Depois do pequeno-almoço, saímos à descoberta de Reykjavík, uma capital moderna, criativa e profundamente ligada à natureza.
Com o olhar atento do Luís Henrique Pereira, exploramos uma cidade que vive entre tradição e contemporaneidade, entre mar e montanha, entre cultura e paisagem.
Visitamos a icónica Hallgrímskirkja, símbolo da cidade, cuja fachada inspirada nas formações basálticas e torre de quase 75 metros domina o horizonte. Do topo, uma primeira leitura da geografia islandesa.
O percurso inclui o distrito universitário, a Casa Nórdica, o Museu Nacional da Islândia, a Câmara Municipal junto ao lago Tjörnin, a Catedral Luterana, o Parlamento e o porto, onde embarcações de pesca convivem com barcos baleeiros.
Tempo ainda para visitar a impressionante sala de concertos Harpa, cuja arquitetura em vidro reflete oceano, céu e luz do Norte num jogo quase hipnótico.
Saímos para um cruzeiro na Baía de Faxaflói, onde correntes quentes e frias criam condições ideais para observação de cetáceos.
Agosto é um dos melhores períodos do ano para avistamentos.
Nesta região são frequentes:
– Baleia-anã (Minke Whale)
– Baleia-jubarte (Humpback Whale)
– Golfinhos-de-bico-branco
– Toninhas
– Ocasionalmente, baleias-fin
A taxa média de sucesso na época de verão ultrapassa frequentemente os 90%, tornando esta experiência particularmente emocionante.
Acompanhados pelo Luís Henrique Pereira, não observamos apenas, compreendemos. Falamos de ecossistemas marinhos, alterações climáticas e conservação.
No final da tarde visitamos a exposição Whales of Iceland, que permite uma dimensão quase física da escala destes gigantes do oceano.
Ao longo do dia, o Luís contextualiza a Islândia contemporânea: sustentabilidade, energia geotérmica, desafios ambientais e identidade cultural.